Bio

Aqui você encontra tudo que você precisa saber sobre mim em 13 imagens, antes de prosseguir para as demais páginas:

01. Eu nasci em uma família muito interessada pelas artes. Meu pai dava gravuras de presente para a minha mãe quando ela estava grávida de mim. Não é romântico? 1977

Grafilho5_pb

02. Foi então natural e lógico que eu acabei fazendo algumas gravuras eu mesmo, ou imprimindo gravuras de outras pessoas ainda pequeno (1981).

Joao C @ Artist's Studio

03. O que me interessava mais, no entanto, era o aspecto comercial das artes. O Brasil tinha muito mais talentos do que marchands, e foi isso que me motivou. Aqui está uma pintura que eu relutantemente vendi em 1990. (Eu queria na verdade ter guardado ela para a minha coleção).

008

04. Eu também gostava de causar problemas (aliás, eu ainda gosto – isso não mudou) então eu pedi a alguns artistas que me fizessem roupas provocadoras para mim em referências ao escândalo envolvendo o Bill Clinton. Alguns professores notaram a ambiquidade entre a chama e a vagina nesse desenho e brigaram comigo na escola. 1995

Hillary Clinton's

05. Atuação no mercado de arte de São Paulo não era o suficiente para a minha ambição. Eu queria internacionalizar. Me mudei para Paris, mas meu pai, e o artista Wesley Duke Lee me persuadiram que Londres era o grande centro do mercado de arte na Europa. (1996 eu acho, emoções fortes as vezes comprometem a nossa memória).

Wesley
06. Então eu me mudei para Londres mesmo sem economias, contatos, ou visto. Eu tinha fé. Rapidamente eu inventei um jogo de cartas com imagens de quadros a venda que me permitiu gerar algum dinheiro e levar meus projetos para frente. (2002).

Untitled 6

07. Essa, e outras idéias criativas me permitiram abrir uma galeria em Regent Street com a missão de dar maior visibilidade a arte moderna Latino Americana. Minhas idéias criativas tiveram a galeria como plataforma depois disso. 2004.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

08. Durante esse período na Europa eu encontrei muitos grandes artistas como Jesus Soto, Armando Morales, David La Chapelle, Henry Cartier-Bresson e Takashi Murakami. E, pude constatar: eles não pensam o mundo como a maioria das pessoas pensam. Aprendi bastante. (Sem data pois esses encontros se mantém atuais).

Takashi
09. Eu também negociei pinturas de artistas já falecidos como Frida Kahlo (na foto, sendo analisada), Magritte e Picasso. Bem, na verdade, essa pintura em específico não foi vendida pois eu tinha dúvidas quando a sua procedência. 2005.

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

10. Mas, como eu queria me sentir conectado intelectualmente com o meu tempo, eu fundei um grupo com a seguinte missão: estudar coletivamente arte contemporânea. 750 membros e 200 eventos depois o nome do grupo já é conhecido em Londres: I Know What I Like. 2011.

Debate

11. Em 2012 eu me mudei para São Paulo e continuei não resistindo dar minhas opiniões. A gente tem que dizer o que a gente pensa. Organizei palestras com parceiros como Itau Private, Sotheby’s Institute (abaixo), Universidade de São Paulo, e o Banco Santander. Meu material saiu em publicações como Capital Aberto, Art Democracy, Valor, Exame, entre outros. 2013.

Forum

12. Mais importante, montei algumas coleções e descobri alguns talentos, que é como eu ganho a vida. Abaixo uma obra de 1970 do Julio Le Parc que eu adquiri para um cliente recentemente por um preço excelente. Eu adoro ajudar as pessoas a comprar obras melhores por menos.

Le Parc
13.
 Você sabe que, a verdade , é que eu não consigo ficar parado por que lá no fundo, eu acho que o mundo não está em boa forma e é a nossa responsabilidade fazer algo a respeito. Difundir a cultura sempre que a oportunidade aparece é uma forma de ajudar (Art Industry Forum, Madrid, Arco). 2014.

2014-02-23 03.06.30
Culture é um agente de mudança. Cultura é uma ferramenta de navegação que pode guiar a evolução da humanidade para uma melhoroda condição humana universal. O conceito de cultura, para mim, por sí só é um convite a ação.

E o mundo precisa de ajuda. REALMENTE. Portanto se parece que eu estou te dando um ultimato, de fato, eu estou. É hora de agir.

Sua contribuição é urgente.

Sem juízo 7

 

PS. Eu sempre tive logos pessoais. As empresas gastam milhões em logos, não gastam? Sempre me perguntei porque nós, indivíduos, que sofremos questões existenciais e identitárias muito mais profundas não providenciamos um também.

Esse é o meu atual que um artista amigo desenho para mim.

 

Logo

Comments are closed.

  • Introduction

    Passionate about both art and entrepreneurship, the art dealer João Correia founded two companies: Collezionista, an art advisory firm based in São Paulo, and, I Know What I Like, a contemporary art debate society based in London. He also writes regularly to the media and to this personal blog in English and Portuguese languages.
  • Testimonials

    João,

    Aprendi muito com suas análises e sistematização. Gostei mesmo do Kunstkompass. Estarei no próximo, conte comigo.

    Mauro CavallettiJWT São Paulo
  • More Testimonials

  • Follow me on:
  • Mailing Sign Up
    * = campo obrigatório
  • Posts Recentes

  • RSS ONTHEROAD

  • Categorias

  • RSS Notícias do Mercado de Arte

  • Arquivos

  • Comentários Recentes

    • Introduction

      Entusiasta tanto por arte quanto por empreendedorismo Joao fundou duas empresas. Collezionista, uma consultoria de arte sediada em São Paulo, e, I Know What I Like, uma sociedade de debates de arte contemporânea sediada em Londres. João também escreve regularmente para mídia e para esse blog pessoal em Inglês e Português.